Cada poltrona, cada sessão e cada parada da sala de infusão viram evento registrado — e o registro vira indicador, agora, não no fechamento do mês. É o piso da sala em tempo real, e um método científico lendo esse dado vivo. Da poltrona à farmácia, do painel gerencial à IA nos processos.
A Sanance começa pela sala de quimioterapia e cobre o fluxo por setor — da poltrona à farmácia, do painel gerencial à consultoria, e a IA nos processos clínicos. Cada módulo lê o mesmo registro vivo da operação.
A sala de quimioterapia acompanhada ao vivo — cada poltrona, cada sessão, cada parada.
O preparo da medicação em pipeline, etapa a etapa, com SLA e pausas justificadas.
Cinco dashboards clínicos calculados no servidor, a partir do log de eventos.
Análise determinística como fonte da verdade; o modelo de linguagem apenas verbaliza.
Anamnese, prontuário, guias de autorização e o copiloto de gestão — com privacidade na base.
A IA da Sanance entra onde o processo trava — anamnese, prontuário, autorização, gestão — sempre sob a mesma regra: a análise determinística é a fonte da verdade e o modelo apenas assiste ou verbaliza. É local-first por padrão (nenhum byte clínico sai do servidor), o egress para nuvem é fail-closed, e o profissional é o validador final.
Lê documentos clínicos, propõe as áreas de interesse e tarja a identificação. O detector de PII é determinístico e bloqueante; o modelo é assistivo — a identificação do paciente nunca passa por ele.
Grava a consulta com duplo consentimento, transcreve e diariza o áudio localmente, cruza as medicações do áudio com as notas do médico e gera um rascunho. A formalização trava até o médico confirmar cada medicação, item a item.
Lê a guia (TISS · SP/SADT com anexo de quimio), extrai e normaliza os campos a partir do raster das páginas. Gateado por RBAC, com storage cifrado.
Um chat de gestão sobre indicadores agregados — método A3, Lean, cinco porquês. Nunca toca dado individual de paciente e nunca inventa número: só cita o que está no painel.
Dado clínico não admite improviso. Cada hospital opera dentro do seu próprio perímetro, cada acesso é regido por papel, e nenhum dado bruto de paciente atravessa a fronteira do sistema — nem quando há IA no caminho.
Cada hospital é uma organização fechada. Toda linha carrega seu org_id e toda consulta é escopada por ele — um hospital nunca enxerga os dados de outro.
Dado de paciente é dado pessoal sensível (art. 5º, II). Minimização, base legal e rastreabilidade são premissa de arquitetura, não item de checklist no fim.
Nenhum dado bruto de paciente chega ao modelo. Antes de qualquer saída, o egress-guard aplica allowlist, k-anonimato (k≥5) e pseudonimização, com log de egress.
Permissões por função — owner, admin, gestor, enfermagem, farmácia, médico — definem o que cada pessoa vê. Sem cadastro aberto; e-mail verificado antes do acesso.
Observações e justificativas — texto livre que pode conter detalhe clínico — são gravados criptografados e só abrem dentro do contexto autorizado.
A postura de segurança se orienta pelas resoluções do CFM, pela certificação SBIS e pela ISO 27799/27001. Processamento no Brasil, privacy by design.
A Sanance é uma empresa gaúcha. Não começamos com um software à procura de um problema — começamos numa sala de quimioterapia real, ao lado de quem opera, medindo o que o fechamento do mês escondia. O ponto cego era claro: havia método, havia processo, havia quem soubesse onde intervir — mas a operação só aparecia depois, quando o gargalo já tinha virado prejuízo e o paciente já tinha ido embora.
Por isso a Sanance é construída em parceria com a i-OMT, consultoria gaúcha de gestão operacional hospitalar (sediada em Esteio/RS), conduzida por Fabiano Nunes — doutor em engenharia de produção, com atuação no setor de saúde. A i-OMT traz o método: Lean Healthcare, metodologia científica e treinamento de equipe. A Sanance traz o software que torna esse método mensurável, contínuo e visível na poltrona, na fila da farmácia e no painel do gestor.
Começamos pela sala de quimioterapia, onde o custo fixo é mais alto e o paciente menos tolerante à espera. É ali que calibramos o método. A partir dele, a direção natural é estender o mesmo rigor a outras frentes — não como promessa pronta, mas como o caminho que o método abre.
i-omt.com →Empresa gaúcha, nascida no chão do hospital.
Método científico, Lean Healthcare e treinamento de equipe.
As duas coisas no mesmo contrato — indivisíveis.
Processamento nacional, sob a LGPD.
30 minutos. Uma conversa sobre a sua sala e o seu fluxo. Saímos da chamada com um diagnóstico inicial e os próximos passos por escrito — software, processos e treinamento.