Quem analisa são regras: detecção de ocupação crítica, tendência de sessões, paradas recorrentes, violação de SLA e variância financeira. O achado nasce do dado agregado da operação, não de um palpite do modelo. A IA nunca vê dado cru — ela recebe o que as regras já encontraram.
A consultoria acompanha o resultado de forma recorrente: um diagnóstico enxuto que entrega o essencial e uma leitura de performance por período, com recomendações a partir de playbooks (ocupação, paradas, SLA de medicação, custo, volume).
Sobre os achados determinísticos, o modelo de linguagem apenas verbaliza — transforma o resultado das regras em texto legível para o gestor. E faz isso sempre depois do egress-guard: allowlist, k-anonimato (k≥5) e pseudonimização, com log de egress.
Se não há provedor de IA configurado, a consultoria degrada para markdown determinístico — um caminho de primeira classe, não uma falha. O valor está na análise; a verbalização é um acabamento, e o egress bloqueado é registrado.
A sala de quimioterapia acompanhada ao vivo — cada poltrona, cada sessão, cada parada.
O preparo da medicação em pipeline, etapa a etapa, com SLA e pausas justificadas.
Cinco dashboards clínicos calculados no servidor, a partir do log de eventos.
Anamnese, prontuário, guias de autorização e o copiloto de gestão — com privacidade na base.
30 minutos. Uma conversa sobre a sua sala e o seu fluxo. Saímos da chamada com um diagnóstico inicial e os próximos passos por escrito — software, processos e treinamento.